Estou com uma moleza tão grande que deu-me para isto
E por isto entenda-se vegetar por essa net fora, espreitando os mais diversos sites até dar de caras com isto
e ficar de beicinho caído!
So cute...
[Imagem Parfois]
E por isto entenda-se vegetar por essa net fora, espreitando os mais diversos sites até dar de caras com isto
e ficar de beicinho caído!
So cute...
[Imagem Parfois]
Ter animais de estimação (cão, gato, peixe, piriquito, macaco, cobra, sei lá) dá trabalho. Dá despesa. Exige cuidados.
Um animal não é um bibelot. Não é uma planta que se mete num vaso, rega-se de vez em quando e espeta-se na varanda.
Só que deve haver gente que tem o cérebro com ligação directa ao intestino grosso, o que resulta em ideias de merd@. Arranjam animais e depois fecham-nos num espaço ínfimo para não sujarem a casa ou arranharem o sofá.
Estou aqui com as entranhas num rebuliço porque o meu vizinho de cima deve ter arranjado um gato e tem o animal fechado na varanda. Ouço o bicho miar feito desalmado. Com sorte, e sendo o homem quem é, ate aposto que meteu lá o bicho sem água ou comida... com um calor destes, coitado.
Eh pá, como me irrita este tipo de gente que não sabe tratar dos animais. Não sabem, não gostam, não querem ter trabalho, simples: NÃO TENHAM ANIMAIS! Fónix!
Diz-me o bom senso que a roupa que vestimos tem de se adequar: primeiro ao nosso tipo de corpo e fisionomia, segundo ao contexto em que nos movimentamos.
No primeiro caso, não sou nenhuma fashion adviser, mas teho olhos na cara para ver o que me favorece ou não, sendo eu a típica baixota com curvas e anca a dar com pau. Skinny Jeans é muito giro e fashion e tal, mas não gosto, não me ficam bem, fico com um rabo do tamanho do continuente africano e arredores. Túnicas, ai que giras e chiques e vaporosas... sim, mas no meu metro e meio de gente visto uma túnica e pareço uma anã sem pernas.
No segundo caso... eu não visto o top com lantejoulas e decote que levo à discoteca numa noite de copos com amigos para o trabalho (não que tenha um top com lantejoulas para levar à discoteca, é um exemplo). Não levo a mini-saia que uso com o biquini para ir à praia para o trabalho. Não uso as calças vincadas de linho numa tardada de esplanada com amigas. Não uso jeans desbotadas e com desgaste para o trabalho. Não uso micro calções (não os uso mesmo) para o trabalho. Mesmo que o trabalho seja num ambiente informal e casual, não deixa de ser trabalho e não deixa de se exigir um pouco de cuidado na apresentação.
E isto porquê?!
Porque vou eu a uma entrevista de emprego com calça de linho preta, blusa preta, acessórios (sapatos e cinto) em camel, casaco nude e para dar um colorido à coisa, uma echarpe coral. Nas unhas um verniz discreto. E ao meu lado, para a mesma entrevista, está uma rapariga com unhas neon rosa choque, com calças de ganga desbotadas e coçadas, com uma túnica largueirona... está muito gira, sim senhora, para um passeio com as amigas, para uma tarde no shopping, para uma ida ao cinema. Para uma entrevista de emprego, não me parece...
Mas isso devo ser eu, que farta destas andanças, acho sempre que estes detalhes podem fazer a diferença. Ou não...
Falta pouco, muito pouco para sentar o rabo na cadeira da cabeleireira e domar a juba.
Se por um lado estou mortinha para dar um refresh no cabelo, por outro, e porque as saudades do cabelo comprido têm-se feito sentir, ainda estou sem saber muito bem se quero que a tesourinha corte muito ou pouco...
Vai-se fazer luz quando me sentar... e se não fizer, paciência, a cabeleireira que faça o que lhe apetecer!
Nem fiz referência ao livro que acabei de ler recentemente, Eva Luna de Isabel Allende.
Ao contrário do que costuma acontecer com livros de Isabel Allende, não o devorei em menos de nada. Talvez porque passei por um período de muita apatia em que até a vontade de ler era diminuta, para não dizer inexistente, ou talvez porque, para quem já leu quase tudo de Allende, nomeadamente os mais recentes, ler um dos seus livros mais antigos, há uma estranheza, como se a autora, a sua escrita e estilo se tornassem irreconhecíveis.
Os pilares temáticos que caracterizam Isabel Allende estão presentes: uma protagonista feminina, de condição social "inferior", uma verdadeira luta pela sobrevivência, um percurso atribulado, quase surreal, cheio de peripécias, com momentos divertidos e cheios de humor, outros de angústia, e todo esse percurso individual de uma mulher inserido num contexto social e político conturbados, onde não faltam referências à ditadura militar e à opressão do povo pelo medo, mas há também o relato da revolta, da libertação.
Eva Luna, como o próprio nome sugere, é uma personagem errante. O mundo desaba lá fora e ela vive o seu próprio mundo, real e onírico, de forma tão intensa que parece estar completamente alheia ao que a rodeia. Mas a par dessa errância está uma mulher que desde cedo mostrou uma capacidade invulgar de sobreviver às situações mais insólitas. Cruzou-se com as pessoas certas nas alturas certas, talvez. A ideia de que nada acontece por acaso está bem presente quando o que vemos é o desenrolar trapalhão e caótico dos acontecimentos, onde as coisas mais improváveis de acontecer acontecem e têm um sentido.
A mestria de Isabel Allende em nos pintar mundos díspares, onde misticismo e realidade andam de mão dada numa (des)harmonia.
Fiquei com o apetite aguçado para ler Contos de Eva Luna. A julgar pela personagem apresentada, os contos prometem.
De momento delicio-me com A Praia Roubada de Joanne Harris. Estou a adorar e está a ser daquelas leituras compulsivas, em que cada minuto que possa ter o livro nas mãos para ler umas linhas são aproveitados.
Mesmo com este recente episódio, Raiozinho faz de boa vontade biscoitinhos para presentear as mães no dia da mãe. Por mães entenda-se a minha e a dele.
Pois que três dias depois do dito Dia da Mãe, de lá irmos fazer a visita e levar os biscoitinhos, de ele apontar todas as merdices coisas que ela pediu para ele fazer, Raiozinho Maria faz anos. E eis senão quando ela liga ao filhinho... para lhe pedir mais umas quantas merdas coisas. Mas dar os parabéns à nora que dias antes esteve a visitá-la e a presenteá-la, tá quieto! Resta saber o que é que a filhinha mai linda deu à mamãe. Provavelmente nada, pois imagino que os CTT sejam de sentido único: de cá para lá.
E já nem sequer falo do telemóvel que lhe demos ou da máquina de café Delta Q que desapareceu misteriosamente da cozinha e não faço ideia onde anda a máquina mas o meu dedo mindinho que só não acerta no euromilhões tem a sensação que a dita máquina mora em casa de uma rica filha!
A sério, se eu quisesse ser palhaça, enviava CV pró Cardinali!
Put@ que pariu a minha sorte!
Depois do ataque ao roupeiro, secção sapatos, eis que fui ao Continente comprar uns quantos conjuntos destas magníficas caixas que acabaram por render mais do que inicialmente tinha previsto, já que o meu pézinho de princesa e os sapatinhos nº35 permitem que cada caixa leve dois, em alguns casos, três pares. E assim tenho tudo arrumado, organizadinho, muito clean, muito prático.
Como se não bastasse e para aproveitar a energia e vontade de arregaçar as mangas, hoje foi dia de me dedicar aos azulejos da cozinha. Estão a brilhar!!
E agora vou ao banho, que o corpo está cansado, embora a alma, essa, esteja tranquila!